Nesta sexta-feira (26), o ATEEZ realizou o seu aguardado comeback com o 14º mini-álbum “GOLDEN HOUR: Part.5” juntamente ao MV da faixa-título “BAD“.
De acordo com a empresa e os integrantes, “BAD” é uma faixa inspirada no funk brasileiro que retrata a tensão emocional de um relacionamento de “vai-e-vem”. Os membros HONGJOONG e MINGi participaram diretamente da composição da letra.
O MV de forma alegre e colorida traz referências visuais que remetem a um imaginário estereotipado de “telenovela mexicana”. A maioria da letra foi composta em inglês e espanhol, com um pouco de coreano, embora a música tenha sido vendida como funk brasileiro. Segundo a mídia coreana, as línguas foram escolhidas para “combinar com o gênero”.
O álbum conta com um total de cinco faixas, com gêneros que variam do “funk brasileiro”, latin trap, R&B e EDM. A faixa-título, “BAD”, abre o disco trazendo batidas dançantes e um refrão viciante, uma energia bem característica do grupo. “MAMACITA” segue ainda com a aposta no latin trap e apresenta uma letra que gira em torno de uma confissão amorosa. A terceira música, “TOXIN”, traz o R&B com um tom mais emocional, criando uma atmosfera mais sensual.
A quarta música “Fallin’” traz de volta mais energia com o EDM, que “captura o instante exato em que a razão dá lugar à emoção”, uma faixa acelerada. Para finalizar, o grupo traz “Body” encerrando o álbum com um R&B suave e melódico, uma vibe mais intimista.
O retorno foi dito como um resgate da “essência picante” do grupo.
Apesar de toda a energia e alegria de um novo disco, nas redes sociais algumas críticas em relação à música title cresceram, principalmente por parte do público latino. O que era para ser uma celebração da diversidade musical, para alguns se transformou em um retrato caricato da América Latina, como uma só cultura.
Alguns internautas enxergam uma má execução na premissa do uso da cultura latina na produção e criticam o seu uso como recurso de marketing. Alguns ainda acrescentam a falta de oportunidade com o conteúdo oficial na região, levantando questionamentos como: “Se o Brasil foi citado como inspiração, porque sequer recebeu o projeto BAD BOOK?”
E aí, o que acharam do novo álbum? e do MV?
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