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Caso Kim Soo-hyun: polícia alega falta de provas e arquiva investigação

A Polícia de Seongdong, em Seul, anunciou o arquivamento da investigação contra o ator Kim Soo-hyun por suposta violação da Lei de Bem-Estar Infantil da Coreia do Sul. A decisão foi tomada após as autoridades concluírem que não havia provas legais suficientes para dar continuidade ao caso, que envolvia alegações que o ator tinha um relacionamento com a falecida atriz Kim Sae-ron quando ela ainda era menor de idade.

De acordo com a polícia, o processo foi encerrado por insuficiência de provas que comprovem as acusações apresentadas pela família da atriz e não será encaminhado ao Ministério Público. 

A principal evidência analisada durante a investigação foi uma gravação de áudio divulgada pelos familiares de Kim Sae-ron. No conteúdo, à atriz afirma que o relacionamento com Kim Soo-hyun teria começado quando ela ainda estudava no ensino fundamental e durado até a época da faculdade.

No entanto, segundo as autoridades, a gravação não pôde ser considerada uma prova válida, já que apresentou indícios de edição e possível manipulação. A equipe do ator já havia contestado a autenticidade do material, afirmando que ele teria sido produzido com o uso de inteligência artificial.

As investigações também analisaram outras evidências apresentadas publicamente, incluindo conversas no aplicativo KakaoTalk, que igualmente passaram por questionamentos durante a apuração.

A denúncia contra Kim Soo-hyun foi registrada pela família de Kim Sae-ron em maio do ano passado, meses após a morte da atriz, ocorrida em fevereiro de 2025. Os familiares alegaram que o ator teria mantido um relacionamento com ela quando ainda era menor de idade.

Ao longo de todo o caso, Kim Soo-hyun reconheceu que teve um relacionamento com Kim Sae-ron, mas sempre negou que o namoro tenha ocorrido enquanto ela era menor de idade.

Após o surgimento das acusações, o ator também apresentou ações criminais contra familiares da atriz e contra o administrador do canal no YouTube Garo Sero Research Institute, acusando-os de difamação e disseminação de informações falsas.

Com o arquivamento da investigação, a polícia concluiu que os materiais reunidos durante o processo não foram suficientes para comprovar as acusações, encerrando oficialmente o caso.

Fonte: (1), (2)

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