O debate sobre a criação da nova categoria de “Melhor Performance de Música Pop Asiática” no GRAMMY está repercutindo entre fãs e profissionais da indústria musical. Desta vez, quem chamou atenção foi Adam Merter Birson, membro da Recording Academy, organização responsável pela premiação.
Em uma publicação nas redes sociais, Birson comentou sobre a posição que o BTS deveria ocupar dentro da principal premiação da música mundial. Segundo ele, o grupo sul-coreano não deveria concentrar suas expectativas na nova categoria voltada para artistas asiáticos, mas sim disputar os maiores prêmios da noite.
“O ARMY do BTS deveria lutar para que eles ganhem Álbum do Ano, e não para que sejam marginalizados em uma categoria. É ótimo que artistas menores recebam reconhecimento, mas o BTS é grande e importante demais para cair nessa armadilha”, declarou.
A fala surgiu em meio às discussões sobre a inclusão da categoria de “Melhor Performance de Música Pop Asiática”, anunciada recentemente pela Recording Academy para futuras edições do GRAMMY. Embora a novidade tenha sido celebrada por muitos artistas e fãs por ampliar a representatividade da música asiática, parte do público acredita que grupos de alcance global, como o BTS, já ultrapassaram as barreiras desse mercado e devem competir diretamente nas categorias gerais.
Em resposta a um comentário de uma fã que dizia: “Engraçado como o BTS ficou fora por anos, e no momento em que retornam, as regras mudam para que outros não precisem competir com eles. O BTS não precisa do Grammy, o Grammy precisa do BTS”, Birson concordou e reforçou seu posicionamento sobre o grupo dentro da premiação.
“Com certeza! Acho que eles não deveriam se contentar com nada menos que Álbum do Ano”.
Ao longo da carreira, o BTS acumulou recordes de vendas, turnês esgotadas, conquistas em rankings internacionais e diversas indicações ao GRAMMY, tornando-se um dos maiores fenômenos da música ao redor do mundo.
Com o retorno das atividades do grupo após o período de serviço militar dos integrantes, as expectativas para futuros lançamentos e possíveis indicações ao GRAMMY seguem altas. Enquanto isso, o debate sobre a presença de artistas asiáticos nas categorias principais da premiação continua ganhando força dentro da indústria e nas redes.

