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Polícia arquiva processo de Min Hee Jin contra executivos da HYBE e valida legalidade de mensagens obtidas

A Polícia de Yongsan arquivou a queixa-crime feita pela ex-CEO da ADOR, Min Hee Jin, contra ex-executivos da HYBE por suposto acesso ilegal a seu laptop e e-mails corporativos. A decisão rejeita as acusações e confirma que a HYBE teve acesso legítimo às comunicações internas, validando judicialmente mensagens de KakaoTalk que revelam planos para tornar o NewJeans (NJZ) independente.

O processo de investigação policial focou na denúncia de Min Hee Jin de que os executivos da HYBE teriam acessado ilegalmente seu laptop e e-mails corporativos, no entanto foi concluído que não há evidências que sustentem a versão de Min Hee Jin, e a polícia reconhece o acesso da HYBE como legal e as conversas como provas verídicas. 

Segundo as mensagens, havia estratégia para enfraquecer a empresa. Em um trecho um aliado de Min Hee Jin escreveu: “Assim tornamos as coisas difíceis para HYBE e nós ganhamos liberdade, esse é o meu plano na ADOR”. Min Hee Jin respondeu aprovando: “Está bom”.

A ex-CEO também deu instruções claras sobre a execução do plano. Em março, ela afirmou: “Quero mudar o plano… enviar a primeira rodada em 3 de abril… E assim nos preparamos para uma guerra de opinião pública”.

A estratégia incluía o uso das famílias das integrantes do NewJeans (NJZ) para pressionar a HYBE publicamente. Em 16 de abril, Min Hee Jin sugeriu: “Desta vez, por que as mães (do NewJeans) não enviam um e-mail (para a HYBE) diretamente?” e completou: “Acho que é certo nos prepararmos para iniciar a guerra de opinião pública imediatamente”.

Além disso, as mensagens mostram que Min Hee Jin pressionou sua equipe a encontrar quaisquer motivos para atacar a HYBE, instruindo: “Vamos procurar mais evidências… Encontre coisas mais decisivas. Quanto mais, melhor”. A ex-CEO chegou a mencionar nominalmente outros grupos de ídolos da empresa, indicando que deveria ser encontrado algo contra eles.

Essa decisão pode influenciar os próximos capítulos da batalha judicial, incluindo outros processos de casos interligados.

Em nota, o escritório de advocacia Sejong, representante legal de Min Hee Jin, confirmou que “pretende apresentar uma objeção” à decisão da polícia. 

Fonte: (1) (2) (3)

Sobre o autor

Jornalista formada pela UFPE (Universidade Federal de Pernambuco). Apaixonada por música, cultura pop e línguas estrangeiras. Sugestão de pautas: ylanalira@hotmail.com

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