Uma reviravolta jurídica: o homem que invadiu a casa da atriz e cantora NANA, ex-integrante do After School, e foi imobilizado por ela e sua mãe, agora processa a artista por “tentativa de assassinato”.
A agência da artista, Sublime, anunciou nesta sexta-feira (2), uma resposta legal à ação, que classificou como um ato de “dano secundário”.
O caso inicial aconteceu no dia 15 de novembro do ano passado, quando um homem identificado apenas como “Sr. A”, na casa dos 30 anos, invadiu a residência de NANA armado e ameaçou e agrediu a mãe da artista, exigindo dinheiro. Acordada com os gritos, NANA reagiu e, junto com a mãe, conseguiu imobilizar o invasor até a chegada da polícia. Tanto NANA quanto sua mãe sofreram ferimentos no confronto.
O suspeito foi preso e encaminhado ao hospital, sendo indiciado por roubo qualificado e lesão corporal.
As autoridades policiais, após uma investigação completa, concluíram que as ações de NANA e de sua mãe caracterizaram legítima defesa. Os investigadores confirmaram os fatos do crime do perpetrador, considerando a reação das vítimas como proporcional e necessária para neutralizar a ameaça iminente.
Apesar da conclusão das autoridades e de estar sob acusação criminal, o Sr. A moveu uma queixa separada contra NANA. Ele alega que a força utilizada pela artista contra ele durante o confronto configura “tentativa de assassinato”. A iniciativa foi recebida com incredulidade pelo público e pela defesa da atriz.
Em comunicado oficial, a agência Sublime reagiu e afirmou que o autor do crime “moveu uma queixa separada contra Nana sem qualquer remorso, aproveitando-se do fato de a vítima ser uma celebridade, causando dano secundário através de atos contra a humanidade”.
Abaixo você pode conferir a nota completa da Sublime:
Claro, eis a tradução do comunicado oficial:
“Olá, aqui é a SUBLIME.
Estamos emitindo nossa declaração oficial sobre as reportagens de hoje referentes à nossa artista Nana.
Em relação ao incidente de roubo e agressão envolvendo nossa artista Nana, uma investigação minuciosa das autoridades confirmou claramente os atos criminosos do perpetrador.
Durante o crime, o agressor — que estava armado — infligiu danos graves a Nana e sua família, e a dor física e psicológica resultante persiste até hoje.
No entanto, sem qualquer sinal de remorso, o perpetrador moveu uma queixa separada contra Nana, explorando seu perfil público e causando dano secundário através de conduta desumana.
Proteger os direitos e interesses de nossas artistas é nossa prioridade máxima. Em relação a este assunto, iremos perseguir todas as medidas legais cíveis e criminais possíveis contra o perpetrador.
Continuaremos a responder com responsabilidade e até o fim para garantir que nossa artista não sofra mais danos.
Agradecemos.”

