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Erika Hilton vai monitorar venda de ingressos para show do BTS após denúncias de irregularidades em eventos recentes

A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) informou nesta segunda-feira (26) que irá acompanhar de perto o processo de venda de ingressos para o show do BTS no Brasil, já confirmado, após uma série de denúncias envolvendo falhas e suspeitas de favorecimento na comercialização de entradas de outros eventos recentes em São Paulo.

A decisão ocorreu depois de fãs de Harry Styles relatarem irregularidades durante a venda presencial no Suhai Music Hall, incluindo prioridade para cambistas, compras acima do limite permitido e presença de pessoas não identificadas na organização das filas. Segundo relatos, indivíduos que estavam nas primeiras posições (inclusive no setor PCD) não conseguiram adquirir ingressos, enquanto cambistas já possuíam bilhetes logo no início das vendas.

Em nota divulgada nas redes sociais, Erika Hilton afirmou ter acionado a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e o Procon-SP para investigar o caso, apontando que, se confirmadas, práticas semelhantes podem configurar violação ao Código de Defesa do Consumidor.

A parlamentar também destacou que a Ticketmaster, responsável pela venda de ingressos no Brasil, enfrenta processos nos Estados Unidos por práticas consideradas lesivas, como criação artificial de escassez e direcionamento de ingressos para cambistas, que revenderiam bilhetes a preços maiores repassando comissão à empresa.

Hilton reforçou que seu mandato seguirá recolhendo relatos de consumidores e atuando junto aos fãs-clubes e autoridades para evitar que o mesmo cenário se repita na venda dos ingressos do BTS, que deve mobilizar grande público e forte demanda.

“Meu mandato estará atento à venda de ingressos para o show do grupo BTS”, escreveu a deputada, afirmando que pretende agir preventivamente para garantir transparência, segurança e respeito ao consumidor.

Confira o post na íntegra:

Enquanto isso, parlamentares como Guilherme Cortez (PSOL-SP) também acionaram Procon, Ministério Público e Secretaria de Segurança Pública para investigar possíveis irregularidades em grandes eventos, além de defender a abertura de uma CPI para apurar o mercado de ingressos no estado.

Fonte: (1);(2)

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