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Em qualquer lugar, uma flor pode nascer – Entrevista HANA

Entrevista, booking, tradução: Guto Togo

Design: Jessica Fernandes

As flores podem florescer em qualquer lugar, e qualquer pessoa pode florescer.

Mais do que uma frase, esse é o princípio que define o HANA (nome que traduzido significa flor). Formado a partir do rigoroso processo do No No Girls, o grupo carrega em sua identidade a ideia de crescimento, vulnerabilidade e força. Em cada música, de “Drop” a “ROSE”, até chegar no álbum “ALL IN”, existe uma narrativa de superação real, construída por sete integrantes que aprenderam a aceitar suas próprias imperfeições e transformá-las em potência.

Nesta entrevista exclusiva com a HIT! Magazine, o HANA fala sobre os momentos de superação, admiração, força, a importância de confiar em si mesmas e nas outras, e como encontraram, juntas, um lugar onde podem finalmente florescer.

Confira a entrevista completa para à HIT! Magazine:

TIME HIT: A frase “As flores podem florescer em qualquer lugar, e qualquer pessoa pode florescer” está no coração do HANA. Em que momento da sua jornada essa mensagem se tornou realmente pessoal para você?

MAHINA: Foi durante a audição! A CHANMINA nos contou isso enquanto ainda estávamos passando pelo processo de audição.

CHIKA: Foi quando nos apresentamos no Summer Sonic (festival musical renomado no Japão). Foi o momento em que percebi que o palco é o meu lugar. Antes, eu achava que era alguém que nunca conseguiria estar no palco, mas continuei desejando isso o tempo todo, e quando finalmente aconteceu, senti que tinha encontrado o lugar onde eu realmente podia florescer.

KOHARU: Foi no momento em que o nome do nosso grupo, HANA, foi decidido. Logo antes da final da audição, quando ainda não sabíamos o nome do grupo, enviei uma mensagem para todas as finalistas dizendo: “Vamos garantir que todas floresçam no dia da final.

No dia da final, enquanto assistia às apresentações de todas pelo monitor, senti que todas estavam florescendo. Percebi que todos têm o direito de florescer, e que flores que se esforçam para florescer são bonitas, não importa onde cresçam. O nome “HANA” pareceu colocar esses sentimentos em palavras.

NAOKO: Foi quando muitas pessoas vibraram durante “ROSE”, a música que carrega essa mensagem. Foi o nosso primeiro festival depois da formação do HANA e “ROSE” era a última música do setlist.

Como havia muitas pessoas que estavam nos vendo pela primeira vez, não sabíamos como animar o público, mas muita gente reagiu com gritos e energia.

YURI: Foi no dia da avaliação final. No exato momento em que terminei minha performance solo, senti que tudo o que vivi até então tinha sido para chegar àquele momento.

JISOO: Como eu estreei no Japão e não no meu país de origem, essa frase tem um significado muito profundo para mim, até mesmo no sentido literal.

MOMOKA: Foi depois de passar o final de 2025!

TIME HIT: A faixa “ALL IN” foi a primeira vez que todas vocês participaram tanto da escrita quanto da composição. Como foi esse processo criativo colaborativo?

MAHINA: Eu estava nervosa, porque fazia tempo que não compunha, desde a audição, mas as outras integrantes me apoiaram, então acho que conseguimos criar uma obra muito boa.

Além disso, a CHANMINA normalmente está presente durante as gravações, mas dessa vez éramos só nós, então acho que isso tornou tudo um pouco mais desafiador.

CHIKA: Foi muito difícil e exigente, mas também muito divertido. Como tínhamos liberdade para fazer o que quiséssemos, havia muitas opções, e isso me fez pensar bastante antes de decidir.

KOHARU: Foi muito divertido! A CHANMINA nos deu o título “ALL IN” e o conceito de “apostar tudo”, e cada uma de nós transformou em música aquilo que estamos colocando em jogo agora e o que já colocamos no passado.

Entrávamos juntas no estúdio, cantávamos e ajustávamos, escrevíamos a letra, cantávamos de novo e continuávamos refinando… foi mais ou menos assim!

NAOKO: O estilo criativo de cada integrante ficou bem refletido. Algumas trouxeram um toque mais lúdico para a letra, enquanto outras criaram melodias que destacam vozes mais expansivas.

É uma música que só poderia ser feita pelas sete integrantes do HANA e pelo grupo que somos hoje.

YURI: Passar tempo juntas no estúdio, trocando ideias e escrevendo a letra em grupo, foi algo que me fez muito feliz.

JISOO: Como já passamos bastante tempo juntas, conseguimos entender bem a personalidade e a forma de comunicação umas das outras, então o processo foi mais tranquilo do que eu esperava.

MOMOKA: Como era a primeira vez, fiquei preocupada se conseguiria fazer bem, mas o tema era muito claro, então acho que conseguimos avançar de forma tranquila.

TIME HIT: Em “ALL IN”, vocês cantam sobre apostar tudo nos seus sonhos. Houve algum momento em que vocês realmente sentiram medo de não conseguir?

MAHINA: Tentei começar a cozinhar para mim mesma, mas como quase não tinha conhecimento sobre culinária, continuei fracassando e acabei me sentindo completamente desanimada.

CHIKA: Antes de me tornar parte do HANA, eu pensava nisso o tempo todo. Foi só depois de conseguir estrear no grupo que senti que o meu passado finalmente ganhou significado. Eu tinha medo de que o que estava fazendo talvez não tivesse sentido, mas continuava dizendo a mim mesma para seguir me esforçando, por tudo o que já tinha dedicado até então.

KOHARU: Diante dos desafios à minha frente, especialmente durante o solo da final, às vezes fico ansiosa, me perguntando se realmente consigo superá-los. Mas eu sei que sou alguém capaz de realizar grandes sonhos, então consigo acreditar que também vou superar esses desafios.

Mesmo sentindo ansiedade, existe uma parte de mim que tem certeza, e isso me deixa com uma sensação meio estranha, como se fossem sentimentos conflitantes.

NAOKO: Foi quando comecei a sentir que a dança, algo que sempre fez parte da minha vida, já não era mais divertida. Eu queria melhorar, mas acabava tomada pela frustração e por pensar demais, deixando minha cabeça cheia. Querer aproveitar a dança, mas não conseguir sentir isso, foi algo muito assustador para mim.

YURI: Foi durante os ensaios logo antes da final. Ao ver de perto a performance de todos, acabei perdendo a confiança e houve momentos em que fiquei desanimada, pensando que talvez eu não fosse boa o suficiente.

JISOO: Eu tenho uma tendência a me preocupar, então desde que comecei na música, há momentos em que sinto vagamente que as coisas podem não dar certo.

MOMOKA: Foi quando, em algum momento, pensei que meu sonho de me tornar artista talvez fosse impossível.

TIME HIT: A faixa “Drop” foi apresentada como a música final da audição. Quando vocês a escutam hoje, que emoções vêm à mente?

MAHINA: Consigo sentir meu crescimento. Percebo que hoje tenho muito mais tranquilidade, e sinto que tanto o ritmo no rap quanto o timbre da minha voz estão completamente diferentes.

CHIKA: Achava que era uma música realmente difícil. Mas, como também é a música que mais cantamos até hoje, acabou se tornando uma canção em que posso confiar muito agora!

KOHARU: Sinto claramente meu crescimento em termos de habilidade. Mas, ao mesmo tempo, curiosamente, não me traz muita nostalgia. Desde o debut, é uma música que usamos bastante para abrir apresentações em festivais, então é uma faixa muito confiável, que sempre anima o público. E também… sempre foi uma música difícil (risos).

NAOKO: É uma música com um som de hip-hop muito poderoso e pesado, mas ao mesmo tempo sinto que os tons da JISOO e da KOHARU são extremamente bonitos. Quando ouvi o nome do grupo “HANA” junto com essa música, tudo pareceu fazer muito sentido.

YURI: Ela me faz sentir o HANA novamente. Me lembra a época das audições, e como muitas vezes a apresentávamos como primeira música em festivais, havia momentos de nervosismo e também aquele sentimento de “vamos com tudo!”. Acho que é uma música que carrega muitas emoções diferentes para nós.

JISOO: Acho que, naquela época, todas nós já estávamos nos esforçando muito, mas agora crescemos ainda mais, especialmente em relação à performance ao vivo.

MOMOKA: É uma música que me faz voltar às origens.

TIME HIT: A música “ROSE” fala sobre viver com força, não importa quem você seja. Existe alguma letra específica que vocês sentem que representa melhor o HANA?

MAHINA: Todos os trechos do refrão de “ROSE”.

CHIKA: 「汗や涙も枯れてきた頃にまだ立ち上がる自分を疑い」 (Mesmo quando meu suor e minhas lágrimas começam a secar, eu ainda duvido de mim mesma por continuar me levantando.)

É uma letra que mistura sentimentos fortes e frágeis ao mesmo tempo e, ainda assim, mostra alguém que continua se erguendo. Acho que isso representa muito bem o que é o HANA.

KOHARU: 「泥だらけでも I can’t hide no more.」 (Mesmo coberta de lama, não posso mais me esconder.)

NAOKO: 「咲いた花 泥だらけでも」 (Uma flor que floresceu, mesmo coberta de lama.)

Não importa o quanto você esteja marcado, ou carregue imperfeições e sentimentos negativos… Se suas raízes forem fortes, qualquer pessoa pode florescer.

YURI: 「醜い世界でも咲いた花 泥だらけでも I can’t hide no more.」 (Mesmo em um mundo feio, uma flor floresceu, mesmo que coberta de lama. Não posso mais me esconder)

JISOO: 「泥だらけでも、I can’t hide no more.」 (Mesmo coberta de lama, não posso mais me esconder.)

MOMOKA: 「咲いた花 泥だらけでも I can’t hide no more with my beautiful thorns」 (Uma flor que floresceu, mesmo coberta de lama, não posso mais me esconder, com meus espinhos belos.)

TIME HIT: A faixa “Blue Jeans” tem uma vibe mais sentimental. Foi difícil mostrar esse lado mais vulnerável de vocês?

MAHINA: Eu estava mais ansiosa para mostrar o nosso “eu verdadeiro”” para todos o quanto antes, então não senti tanta dificuldade.

CHIKA: Foi uma música muito desafiadora para mim. Eu não tinha confiança em usar uma voz fora do meu alcance mais agudo, e fiquei insegura até o lançamento. Agora, receber elogios das integrantes e ver tantas pessoas ouvindo a música me deixa realmente feliz.

KOHARU: “Blue Jeans” fala sobre juventude, mas também mostra um novo lado do HANA. Diferente de músicas como “Drop”, “ROSE” e “Burning Flower”, que tinham uma imagem forte e confiante, essa canção expressa uma beleza mais natural e delicada, mais próxima de uma garota comum.

Eu, na verdade, sou uma pessoa tímida, então, às vezes, acho difícil não perder quem eu realmente sou, independentemente do lugar ou da situação.

NAOKO: Foi desafiador, mas, como garotas da mesma geração, conseguimos expressar quem realmente somos de forma natural. A “juventude” tem algo muito bonito, passageiro, um pouco triste e extremamente precioso. Espero que, ao ouvir essa música, as pessoas passem a valorizar ainda mais seus amigos, parceiros, família e todos ao seu redor.

YURI: Em “Blue Jeans”, queríamos mostrar garotas de forma autêntica e natural, então não pensei demais e consegui me expressar sendo eu mesma.

JISOO: Como esse tipo de música e atmosfera já é algo que eu gosto, consegui me expressar da forma mais natural possível.

MOMOKA: Também houve momentos em que fiquei insegura sobre como as pessoas reagiriam.

TIME HIT: O que o HANA quer representar daqui para frente?

MAHINA: Quero que, ao ouvir e assistir ao HANA, as pessoas possam sorrir e se sentir felizes. E também espero que possamos nos tornar um motivo para alguém continuar vivendo.

CHIKA: Uma flor que floresce depois de muito esforço é realmente bonita. Desafios e esforço podem dar medo, mas com certeza são algo belo.

KOHARU: Algo que brilha de dentro para fora.

NAOKO: Queremos transformar todos os “nãos” do mundo em “sins”. Se você está vivendo agora, quero que faça o que realmente deseja, que aproveite uma boa comida e dê mais cor à sua vida. Os “nãos” desnecessários da sua vida, queremos ajudar a transformá-los.

YURI: Quero continuar representando o que faz o HANA ser único, e mostrar que ser você mesmo, do jeito que é, já é algo bonito.

JISOO: Quero transmitir, através da nossa música e performances, a importância de se expressar exatamente como você é.

MOMOKA: Uma flor que floresce depois de muito esforço é muito bonita mas, ao mesmo tempo, também é algo vivo e delicado.

TIME HIT: Vocês frequentemente falam sobre “aceitar a si mesmas em qualquer versão”. Em que momento, durante o processo do No No Girls, vocês sentiram uma grande mudança ou crescimento?

MAHINA: Foi a partir da fase 3.5 da avaliação. Nesse período, consegui sentir claramente o meu crescimento, não só nas habilidades, mas também no meu mental e no meu emocional.

CHIKA: Foi quando consegui aceitar minhas próprias fraquezas. Por muito tempo eu evitei encará-las, mas passei a entender que justamente essas fraquezas fazem parte de quem eu sou.

KOHARU: Foi durante o período de preparação para a avaliação final. Aprendi a importância de aceitar todas as versões de mim mesma. Como mencionei no programa, percebi isso quando fui a um piquenique com a minha irmã. Sinto que tive sorte de encontrar essa forma de pensar antes de subir no palco final.

NAOKO: Durante os três meses em que morei sozinha antes da avaliação final, tive muito tempo para encarar a mim mesma. Eu já tinha um grande interesse pelas coisas que gosto, mas quando senti vontade de aprender mais e me aprofundar, percebi que estava me tornando mais séria e realmente comprometida com a música.

YURI: Na fase 3.5, quando a CHANMINA me disse: “Não negue o seu passado, comece se elogiando”, lembro que as minhas preocupações simplesmente ficaram mais leves, como se tivessem desaparecido, e meu coração se acalmou.

JISOO: Depois de ouvir o feedback da quinta avaliação, consegui aprender a confiar e me apoiar nas pessoas ao meu redor.

MOMOKA: Foi quando tive muitas conversas com a CHANMINA enquanto decidia meu solo para o palco final.

TIME HIT: A CHANMINA é uma artista muito forte e com muita autenticidade. Entre os conselhos que ela deu para vocês, qual foi o que mais ficou marcado?

MAHINA: “Ensaios são um lugar onde você pode errar quantas vezes precisar, e o único lugar onde seus companheiros vão estar ao seu lado, não importa quantas vezes você queira tentar de novo. Se sentir qualquer insegurança, olhe para eles e confie nos olhos deles.”

Essas foram palavras que a CHANMINA disse durante o No No Girls. Na época, eu tinha medo dos ensaios, mas ao ouvir isso, meu coração ficou mais leve.

CHIKA: Claro que a personalidade dela é incrível, mas o que torna a CHANMINA especial é a força que nasce da vulnerabilidade. Sinto que esse poder pode mudar a vida de quem escuta. A própria existência dela me faz crescer.

KOHARU: Recentemente, uma frase que ficou comigo foi: “Aproveite o cinza.”. Eu costumava ver tudo apenas como 0 ou 100, então ouvir isso de forma direta me ajudou muito.

Outro conselho que ficou marcado foi: “Na sua vida pessoal, você pode fazer o que quiser. Mas, no momento em que você leva negatividade para o palco, acabou. Isso é muito desrespeitoso com as pessoas ao seu redor.

Como alguém que quer continuar no palco como profissional, essa mentalidade é extremamente importante. Entendi que, no momento em que levo negatividade para a performance, deixo de brilhar. Sou muito grata por ter aprendido isso ainda na época da audição.

NAOKO: O primeiro “título” incrível que a CHANMINA me deu: “Uma força avassaladora de talento.

YURI: Muitas pessoas veem a CHANMINA como alguém forte, mas, para mim, ela também é muito sensível. Toda vez que nos encontramos, ela me diz palavras que salvam meu coração. É alguém que carrega tanto força quanto vulnerabilidade e é cheia de amor.

JISOO: A frase “Não tenha medo” me deu muita força.

MOMOKA: Agir sempre considerando o pior cenário possível.

TIME HIT: Para conhecermos melhor vocês: o que gostam de fazer no tempo livre? Têm hobbies ou talentos escondidos que ainda não mostraram?

MAHINA: Ultimamente estou viciada no Nintendo Switch 2. Também gosto de assistir YouTube e sou boa em vôlei.

CHIKA: Eu acabo comprando muita coisa. Amo roupas e já cheguei a comprar cerca de 20 peças de uma vez.

KOHARU: Gosto de assistir anime. Mas não consigo ver fazendo outra coisa ao mesmo tempo, prefiro focar totalmente.

NAOKO: Costumo ficar bastante no meu quarto. Assisto séries, animes e escuto minhas músicas favoritas. Mas, quando estou com o HANA, consigo liberar muito mais minha energia, então ultimamente tenho passado mais tempo com as integrantes. Às vezes, vou ao karaokê.

YURI: Nos dias de folga, geralmente durmo bastante ou vou para lugares tranquilos, com pouca gente, para relaxar.

JISOO: Gosto de caminhar enquanto procuro padarias e cafés!

MOMOKA: Meu hobby é admirar a MAHINA. Nos dias de folga, normalmente fico em casa descansando, mas quando tenho um dia inteiro livre, gosto de sair com amigos para ver a natureza ou visitar templos e santuários.

TIME HIT: Se cada integrante fosse uma flor diferente, que tipo de flor vocês seriam e por quê?

MAHINA:

  • CHIKA – Rosa – A imagem de uma rosa me lembra a CHIKA, porque ela tem uma beleza elegante e marcante.
  • KOHARU – Girassol – O girassol simboliza admiração e há muitas coisas nela que eu admiro e respeito.
  • NAOKO – Rosa cor de rosa – Rosas cor de rosa representam um coração caloroso, e isso combina perfeitamente com a NAOKO. Sinto que essa delicadeza vem de tudo o que ela já viveu.
  • YURI – Lírio – Além de ser o nome dela, é uma flor que combina muito com sua imagem.
  • JISOO – Blue Star (estrela azul) – A JISOO tem uma pureza e leveza que lembram essa flor, tanto na cor quanto na delicadeza.
  • MOMOKA – Margarida – Ela é sempre alegre, inocente e parece ser uma fonte de esperança para todos.

CHIKA:

  • JISOO – Orquídea (Phalaenopsis)
  • MOMOKA – Flor de cerejeira
  • CHIKA – Lótus
  • NAOKO – Jacinto
  • KOHARU – Girassol
  • YURI – Lírio
  • MAHINA – Dente-de-leão

KOHARU:

  • CHIKA – Dente-de-leão – Ela é fofa e livre, como as sementes que voam com o vento.
  • NAOKO – Violeta – A cor e a elegância me lembram a NAOKO, refinada e bonita.
  • JISOO – Mosquitinho (baby’s breath) – É a flor favorita dela. Transmite pureza e delicadeza.
  • YURI – Lírio – Assim como o nome dela, é uma mulher elegante e imponente.
  • MOMOKA – Rosa – Ela é vibrante e cheia de presença, até por dentro.
  • MAHINA – Girassol – Ainda é jovem, cheia de energia e espontaneidade.

NAOKO: Há flores demais que combinam com cada uma, não consigo escolher só uma. Diria que somos como um campo de flores, combinamos com todas as estações: primavera, verão, outono e inverno.

YURI:

  • JISOO – Mosquitinho – Tem uma delicadeza meio efêmera que lembra ela.
  • MOMOKA – Peônia – Ela tem muita gentileza, mas também força.
  • CHIKA – Gérbera vermelha – Transmite paixão tanto no palco quanto fora dele.
  • NAOKO – Jasmim – Tem uma elegância calma e refinada.
  • KOHARU – Cravo-de-defunto (marigold) – Sinto uma força verdadeira nela.
  • MAHINA – Dente-de-leão – Ela é fofa e traz uma sensação de conforto para qualquer pessoa.

JISOO:

  • CHIKA – Rosa vermelha – As performances dela são intensas e apaixonadas.
  • NAOKO – Lavanda – Ela tem uma personalidade e uma voz que acalmam as pessoas.
  • YURI – Lírio – Além do nome, tem uma elegância estilosa parecida com a flor.
  • MOMOKA – Cosmos – Ela é alegre e energética, mas também gentil e suave.
  • KOHARU – Girassol – Tem uma energia quente e brilhante única.
  • MAHINA – Forsítia – Tem uma aura luminosa e cheia de esperança.

MOMOKA:

  • CHIKA – Camélia – Porque ela é ousada.
  • JISOO – Jasmim – Porque é delicada.
  • NAOKO – Glicínia (wisteria) – Porque tem uma beleza delicada e passageira.
  • YURI – Lírio – Porque tem uma presença firme e elegante.
  • KOHARU – Girassol – Porque é como o sol.
  • MAHINA – Tulipa – Porque é gentil.

TIME HIT: Se pudessem escrever uma carta para o seu eu do passado, o que diriam?

MAHINA: Seu “eu do futuro” está feliz e cheio de energia, então siga em frente com confiança. E não se esqueça de agradecer à sua mãe e nunca pare de se esforçar.

CHIKA: Eu não diria nada. Vou apenas viver fazendo o que amo agora, por aquela versão de mim que se esforçou tanto no passado. Sem aquele passado, eu não seria quem sou hoje por isso, escolho não dizer nada.

KOHARU: Continue. Siga em frente do jeito que está. Não pare.

NAOKO: Você está bem do jeito que é.

YURI: Quero dizer que tudo o que você está vivendo agora vai se tornar, no futuro, um grande motivo para continuar vivendo.

JISOO: Seja gentil consigo mesma.

MOMOKA: Os maiores sonhos que você imaginou quando começou a sonhar já se realizaram. Por isso, hoje posso dizer que o caminho não estava errado. Mas os arrependimentos que você sentiu naquela época vão permanecer para sempre, então esteja preparada.

TIME HIT: Como passam muito tempo juntas, vocês devem se conhecer muito bem. Qual é uma qualidade que vocês admiram e acham inspiradora nas outras integrantes?

MAHINA: Os backing vocals da CHIKA e a forma como ela anima e levanta as outras integrantes.

CHIKA: O esforço da MOMOKA e da JISOO na dança. Mesmo sem muita experiência no início, elas tiveram que mostrar coreografias difíceis ao público, o que deve ter trazido muita pressão e desafios. Ainda assim, hoje elas estão incríveis, e aprendem as coreografias muito rápido.

KOHARU: Antes de tudo, o nível delas como artistas. que cantam e dançam. é extremamente alto e eu aprendo com isso todos os dias. Também aprendo muito sobre a importância de agir pensando nos outros. Muitas vezes fico surpresa com o quanto elas fazem pelo próximo.

NAOKO: A educação e o respeito da JISOO. Sempre que estou com ela, sinto uma grande gratidão por tudo. Ela me faz lembrar que poder fazer música do jeito que queremos e nos divertir com isso não é algo que devemos considerar garantido.

YURI: Isso vale para todas, mas a dedicação e o respeito que cada uma tem por cada palco sempre me inspira.

JISOO: A força mental da MAHINA. Ela tem uma mente muito forte e não se abala facilmente.

MOMOKA: Eu admiro muito a YURI porque ela sabe lidar com as próprias emoções e controlar o próprio humor.

TIME HIT: Quando tiverem a chance de visitar o Brasil, qual seria a primeira experiência que gostariam de ter: uma comida, uma festa ou um ponto turístico?

MAHINA: Quero ver muitos oceanos e montanhas!

CHIKA: Quero assistir ao samba e também quero dançar!

KOHARU: Quero muito ver os shows do Brasil!!! As roupas são lindas e as danças são incríveis!

NAOKO: No Brasil, quero visitar a Gruta Azul. Gosto muito de lugares místicos, então quero sentir a energia desse lugar com meus próprios sentidos. Espero muito poder ir um dia!

YURI: Quero muito comer churrasco e também ver um carnaval de verdade 🕺

JISOO: Quero experimentar pão de queijo.

MOMOKA: Quero conhecer os fãs do Brasil!

TIME HIT: “ALL IN” também é uma música de gratidão aos fãs. Como vocês descreveriam os HONEYs em algumas palavras?

MAHINA: Me dá confiança.

CHIKA: Amor.

KOHARU: Companheiras.

NAOKO: Meu amor.

YURI: Um lugar ao qual pertenço.

JISOO: Um analgésico!

MOMOKA: Uma parceira e, ao mesmo tempo, uma rival.

TIME HIT: Por fim, vocês têm uma mensagem para as HONEYs brasileiras?

MAHINA: Muito obrigada por ouvirem nossa música. Espero que um dia possamos ir ao Brasil e fazer um show aí! Vamos continuar nos esforçando e dando o nosso melhor para levar ainda mais da nossa música até vocês. Amo vocês.

CHIKA: HONEYs do Brasil, vocês conseguem me ouvir? Muito obrigada pelo apoio! Vamos dar o nosso melhor para conseguir fazer um show no Brasil um dia!

KOHARU: Vou me esforçar muito para que, um dia, possamos mostrar nossas performances ao vivo para vocês no Brasil!!! Por favor, esperem por nós 💓

NAOKO: Toda vez que vejo comentários “From Brazil”, fico emocionada ao pensar que nossa música chega até pessoas do outro lado do mundo. Isso me deixa muito feliz. Enquanto estamos no Japão, parece algo muito distante, mas quando nos encontrarmos um dia, quero olhar nos olhos de vocês e transmitir a música, a mensagem e o amor do HANA. Amo muito vocês!!!!!! Obrigada!!!!

YURI: Muito obrigada pelo apoio de sempre. Vamos continuar nos esforçando para que um dia possamos subir em um palco no Brasil! Contamos com vocês daqui pra frente também 🙇‍♀️

JISOO: Obrigada por todo o amor e apoio. Vamos continuar dando o nosso melhor para que, um dia, possamos sentir de perto toda a energia de vocês!

MOMOKA: Aprendi na escola que o Brasil fica do outro lado do mundo em relação ao Japão, então fico muito feliz, de coração, que mesmo de tão longe vocês tenham interesse na gente e ouçam nossa música. Quando formos ao Brasil, quero muito conhecer vocês!

Videoclipe Performance Oficial de “Bad Girl” (Créditos: Reprodução/HANA/Youtube). 

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