A cantora CL foi encaminhada ao Ministério Público sob acusação de operar uma agência artística sem registro obrigatório, informou a Polícia de Yongsan, em Seul, nesta quarta-feira (22). De acordo com as autoridades, a artista administrou a empresa Very Cherry, fundada por ela em 2020 como uma agência individual, sem realizar o registro junto ao Ministério da Cultura, Esportes e Turismo, exigência prevista pela Lei de Desenvolvimento da Indústria de Artes e Cultura Popular. A investigação aponta que a empresa funcionou irregularmente por mais de cinco anos. A corporação responsável também será enviada ao MP sem prisão.
Pela legislação sul-coreana, operar uma agência sem registro pode resultar em até dois anos de prisão ou multa de até 20 milhões de won.
O caso ganhou repercussão após a identificação de outros casos semelhantes. O ator Kang Dong Won, citado inicialmente nas denúncias, teve o caso arquivado pela polícia, que concluiu que ele não participava da gestão de sua agência. Já o representante da empresa e o próprio escritório foram encaminhados ao Ministério Público.
Em 2023, uma denúncia envolvendo a agência individual do cantor Sung Si Kyung, que teria operado sem registro por cerca de dez anos, levou o Ministério da Cultura a instaurar um período de orientação emergencial para a regularização. Até o fim de 2024, o governo promoveu a campanha de “registro geral de empresas de gestão cultural”, incentivando que agências individuais se regularizassem para evitar novas infrações.
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