O chefe do condado de Jindo, Kim Hee-soo, foi expulso do Partido Democratico por decisão unânime do conselho supremo em 9 de fevereiro. A motivação foi a fala do político durante um evento televisionado no dia 4, em que sugeriu que a Coreia deveria “importar mulheres do Sri Lanka, Vietnam ou países similares para casá-las com homens da zona rural” caso a taxa de natalidade não aumente.
Na ocasião, representantes discutiam a integração administrativa de Gwanju e Jeolla, onde está localizado o condado de Jindo, para formar uma única metrópole. Kim Hee-soo disse que é necessário legislar sobre a baixa natalidade da região, colocando o comentário sobre estrangeiras como um plano B.
A reação negativa foi imediata e Kim se desculpou no dia seguinte sob a justificativa de ter se expressado de maneira inesperada, quando tinha o objetivo de destacar a situação grave da zona rural. A Província de Jeolla também publicou um pedido de desculpas.
A embaixada do Vietnam em Seul emitiu uma nota de repúdio e afirmou que não se trata de “uma questão de expressão, mas sim de valores e atitudes para com mulheres imigrantes e grupos minoritários”. Representantes do Sri Lanka não se pronunciaram.

